quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A tecnologia a serviço do amor


Nunca imaginei que o meu celular fosse me ajudar tanto !
No dia 23 de setembro de 2009, comemoração de aniversário de uma amiga, conheci o amor da minha vida através do celular. É...celular !
Estava lá, bebendo, dançando e meu futuro namorado "roubou" meu número por um vacilo da minha amiga, que deixou o celular dela de bobeira em cima de mesa.
A uns dias atrás ouvi numa rádio paulista uma pesquisa sobre paqueras: 48% das paqueras começam através de SMS. Posso dizer que fazemos parte dessa porcentagem e graças ao celularzinho estamos juntos.
Após esse dia, começamos a trocar SMS diariamente. Uma semana depois ele comprou o acesso ao MSN pro celular só para falar comigo durante o dia, pois na empresa dele não tinha acesso a internet. Claro que "ela" - a tecnologia - também nos proporcionou algumas briguinhas e ciúmes bobos mas superamos tudo isso.
Mais uma vez com advento da tecnologia, criamos esse blog para mostrar nossos momentos especiais e fotos que representam nossa vida.
Agora depois de um ano de relacionamento continuamos usando a tecnologia a nosso favor: trocamos mensagens quando saimos pra trabalhar, quando estamos longe um do outro...a todo momento. Qualquer coisa é motivo para trocar mensagens, seja um "bom dia", uma notícia boa, um fato engraçado, um "EU TE AMO"...
Por fim, a tecnologia acaba sendo aliada ou vilã, dependendo de como ela é usada. No nosso caso, ela foi e está sendo muito bem usada.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A pessoa errada

Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa que, se você for parar pra pensar é,
na verdade, a pessoa errada
Porque a pessoa certa faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Faz as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas
Aí é a hora de procurar a pessoa errada
A pessoa errada te faz perder a cabeça
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é prá na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você
Vai estar o tempo todo pensando em você
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo
E só assim é possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz: 'Graças à Deus deu tudo certo'
Quando na verdade
Tudo o que Ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Para que as coisas comecem a realmente funcionar direito prá gente.
Nossa missão:
Compreender o universo de cada ser humano,
respeitar as diferenças,
brindar as descobertas,
buscar a evolução.
Quando a gente acha que tem todas as respostas,
vem a vida e muda todas as perguntas ...

sábado, 10 de abril de 2010

Diário de vadiagem, ops, de viagem de Carnaval - Minas Gerais 2010

Dia D-1 Sexta-feira
Significado da palavra "Véspera"
1) Dia imediatamente anterior àquele de que se trata.
2) Plural - Dias que antecedem mais proximamente um fato ou acontecimento: às vésperas da Independência, pressentia-se o desfecho iminente.
A véspera é uma data muito "conceituada". No dicionário ela tem um significado formal mas pra nós tudo é bom de véspera, menos pro peru...
Sempre dá aquele friozinho na barriga antes do fato: véspera da prova na escola, véspera de um primeiro encontro,
véspera do casamento, a véspera do Natal, véspera de uma festa. Quem dirá então de uma véspera de viagem no feriado mais longo e esperado do ano?
Pra essa lenga-lenga inicial fazer sentido, vamos descrever as "vadiagens" de uma viagem totalmente de "véspera" - com pouco planejamento e muito sentimento.
Significado da palavra "sentimento"
s.m. Ato ou efeito de sentir.
Aptidão para sentir; sensibilidade.
Sensação íntima, afeto: os sentimentos de um pai.
Conhecimento imediato; intuição: tem o sentimento de seu valor.
É isso ai que você entendeu: véspera + sentimento ou dia anterior + sentir ou...fica a seu critério.
Nem vou contar o que está acontecendo comigo agora mas me fez parar de ter idéias mirabolantes sobre o que escrever.
Amanhã contamos mais, inclusive pra aonde vamos!!                                     
Lago no meio do caminho!

Dia D - Sábado
Começamos o dia recepcionando os tios do Augusto que vieram passar o Carnaval em SP. Tudo pra eles era empolgante também, afinal eles não conheciam muito bem a cidade. Mercadão e 25 de março seriam pequenos pra eles.
Conseguimos deixar SP por volta das 10:30 depois de enfrentar um trânsito considerável na Fernão Dias, a rodovia que leva SP a MG.
Café da manhã em minas - Casa da Fazenda
Durante o percurso paramos em vários postos e "vendinhas"de doces típicos, pão de queijo (que fizemos questão de provar um a cada parada), artesanatos e afins.

Artesanato mineiro
Ainda não compramos lembran- cinhas pois temos certeza que vamos encontrar sempre coisas mais lindas pelo caminho afora.
Visitamos Lavras, que é a "última" cidade a estrada 361 (Fernão Dias) e de lá fomos para São João del Rey.


Já de carro na entrada ficamos encantados com a arquitetura "real", igrejas, as ruas de pedra, o povo, a iluminação.
Tudo na cidade combina com o clima de um Brasil que hoje quem mora em São Paulo ou em outra "gran" cidade não imagina.

Nossa primeira meta em SJDRey era achar um
lugar para dormir - e achamos !
Por sorte conseguimos uma vaga na Pousada
dos Sinos, na avenida principal. A cidade
estava cheia de turistas e curiosos assistindo ao
desfile da escola de samba local.


Porção carne de panela

Comemos espetinhos, tomamos cerveja e paramos em um barzinho para saborear + uma cerveja e beliscar alguma comidinha. Porções...porções...a idéia é comum mas nos surpreendemos quando olhamos o cardápio e vimos "Carne de panela com mandioca" - e é claro que essa foi a escolhida, e olha que não deixou nem um pouco a desejar...simplesmente maravilhosa.

Voltamos pra pousada e dormimos.

Antes de dormir, mais sentimentos misturados e a expectativa do amanhã. Olha ai mais uma vez a "véspera" nos surpreeendo... Dia D+1 - Domingo Acordamos as 8:40 e fizemos nosso principal exercício matinal - um abraço e um bom dia demorado.
Tomamos café no andar de cima da pousada  (ainda em SJDRey) e pra variar ficamos deslumbrados com o que vimos no andar superior da casa: uma mesa de café da manhã farta, com queijinho mineiro, leite da fazenda, bolo caseiro de fubá, pão de queijo, café, frutas...ai tudo de bom, até os passarinhos apareceram para o breakfast.

Além do café, a decoração da casa era toda em madeira, com uma mesa redonda, buffet com taças de cristais e pratos decorados, sofá e estante...tudo em madeira maciça.
De lá rumamos para... Saimos novamente em viagem, destino dessa vez seria Tiradentes, até então a ultima parada até Ouro Preto, o caminho foi tranquilo e curto, chegando lá logo deu pra sentir que seria uma experiencia nova de cidade, em estilo colonial da época em todos os detalhes.
Estação de trem - Tiradentes

Na estação de trem antiga onde tinha além passeio de trem movido a carvão tinha o passeio de charrete... Mas decidido foi em ir direto ao desbravamento da cidade.
Encontramos várias lojinhas de artesanatos locais, onde ficou quase todo o fundo de viagem, além da loja de cachaça, com degustações suficientes pra esquentar e a transpiração começar.
Tiradentes

Abastecidos e com as mãos cheias de sacolas, encontramos com Tiradentes (estatua no local onde foi enforcado) bem em frente ao museo da inconfidencia, onde existem vários móveis e artefatos da época, e morcegos também, no porão onde prendiam os escravos.

Na saida, é logico, um belo restaurante mineiro, com direito a cachaça e uma liguiçinha defumada com tutu, direito a resssalvas pra linguiçinha defumada.
Saindo de Tiradentes, fomos direto a congonhas, atraz da famosa obra de aleijadinho, os 12 apostolos da basilica da cidade, chegar foi um desafio, pois a cidade estava fechada em algumas ruas, conta dos desfiles de carnaval, mas deu tudo certo, depois de muita ladeira, e bota ladeira nisso, chegamos até a basilica.

Além da arquitetura externa da igreja (já que esta estava fechada) e a vista da cidade do alto, nada mas a ver, apenas mais uma lojinha de artesanato local, e olha que o casal desta era tão simpatico, apesar do sotaque mineiro que dava muita raiva e tontura, a proza foi boa, e o conselho também, alí ficamos sabendo a loucura que poderia estar Ouro Preto, mas sem encontrar hospedagem no hotel em congonhas, resolvemos ver até onde chegariamos.
Ouro Branco - Terra da GG Gerdal

E assim foi, chegamos em outro ouro, Ouro Branco, uma cidade antes de Ouro Preto, e lá achamos uma pousada muito acolhedora, com atendentes muito simpáticos, tão gostosinha a pousada que fomos logo aproveitar para colocar a "conversa" em dia, a cidade não era grande coisa, e uníca coisa que achamos, foi o restaurante trem mineiro pra tomar umas cervejinhas acompanhadas de um torresminho...

Ouro Preto - MG
Restaurante casa dos contos - Ouro Preto
Dia D+2 - Segunda O dia começou cedo, as 8 já estavamos em pé e tomando café, no terraço da pousada de fronte a uma montanha... Saimos cedo, e já as 9 estavamos na estrada, destino: Ouro Preto. No caminho muitas surpresas, lugares lindos em uma serra maravilhosa. Lá chegando, deixamos o carro na primeira vaga que apareceu e fomos desbravar a cidade a pé mesmo, e ai sim, descobrimos o que são ladeiras ingremes !! Pelas pedras escorregadias chegamos ao topo da primeira pracinha, com as pernas doendo e respiração ofegante. Primeira pausa, uma feirinha de artesanato: tomando como experiência Tiradentes, resolvemos andar primeiro e comprar depois. Em meio subidas e descidas, nos maravilhamos com a beleza do local e percebemos o quanto a cidade estava lotada. Nas repúblicas de Ouro Preto (que não são poucas) os estudantes bebiam e bebiam esperando a farra da noite. Fomos até a universidade, onde encontamos muitas coisas legais, e aprendemos muito sobre história natural, metaluriga e pedras... A melhor surpresa do dia foi conseguir fazer um caminho pela Estrada Real, em meio a montanhas, fazendas e animais. Já de volta a SJDR - hora de fazer "exercícios" e descansar pra amanha tentar comprar os doces e queijos pra voltar com o sabor de Minas na mala...e no coração. Não podemos esquecer também o café e a linguiçinha de porco :D
Rua maneira em SJDR
Dia D+3 Acordamos as 7:30 para poder curtir o último dia da nossa aventura em Minas Gerais. Retornamos a SJDR atrás dos queijim e docim pra levar pra casa e achamos num mercadinho com variedades culinárias e utensílios como panelas de barro, pedra-sabão e artigos em madeira. Pegamos o que tínhamos que pegar (e mais um pouco) e rumamos pra "Lavras". Lavras é nosso ponto de referência pra voltar pra casa mas acabamos parando em São Sebastião da Vitoria e garantimos nosso estoque de pão de queijo e + queijos, com direito a compra de isopor e tudo - porque turista de verdade não traz nada de casa e não vem com tudo 100% previsto. Aproveitamos para comer um pão de queijo recheado de presunto e queijo e um café. De volta a estrada, achamos uma cidadezinha chamada Carrancas com cachoeira e nossa viagem não seria completa sem visitar uma - e visitamos, com direito a tombo e tudo. Escorreguei e fui na direção do Augusto, q literalmente voou por cima de mim e caiu em cima dos meus 3 dedinhos da mão direita - digito com dificuldade ainda hehe.
Cachoeira em Carrancas
Com a alma lavada (e outras partes também), seguimos rumo a terra da garoa com direito a paradas na estrada pra cafezinhos, pão de queijo e até rolou uma comidinha "caseira" - arroz, feijão, costelinha, bife e ovo frito. Pra fechar com chave de ouro, compramos o indispensável: cachaça e pão de queijo duas lojinhas lindinhas na estrada. Agora no fim de tarde, depois te parar nesses locais de beira de estrada na Fernão Dias, estamos voltando pra casa pra separar os presentes e guardar os queijos na geladeira. Recomendamos a todas uma aventurinha a Minas: terra simpática com gostinho de quero-mais (em todos os sentidos). Fica no coração e na memória os sentimentos de um Carnaval inesquecível.